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Meu Perfil BRASIL, Nordeste, TERESINA, MORADA DO SOL, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, Portuguese, Arte e cultura MSN -
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Blog de jobofevi
EVENTO DE TERCEIRA CATEGORIA
Para Juca Kfouri, o Pan do Rio de Janeiro, que termina no domingo (29/7), "é um evento de terceira categoria", com países como Estados Unidos e Canadá enviando atletas longe de serem do primeiro escalão. "Em termos esportivos, há muito tempo o Pan não representa nada de importante. Basta dizer que desde 1987, há 20 anos, não se quebra um recorde mundial nos jogos Pan-Americanos", diz.
Fonte: Ob. da imp
Escrito por jobofevi às 18h35
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CONVENÇÃO DOS FERIDOS POR AMOR
Convenção dos feridos por amor
Disposições gerais:
A - Em se considerando que está absolutamente correto o ditado “tudo vale no amor e na guerra”;
B – Em se considerando que na guerra temos a Convenção de Genebra, adotada em 22 de agosto de 1864, determinando como os feridos em campo de batalha devem ser tratados, ao passo que nenhuma convenção foi promulgada até hoje com relação aos feridos de amor, que são em muito maior número;
Fica decretado que:
Art. 1 – todos os amantes, de qualquer sexo, ficam alertados que o amor, além de ser uma benção, é algo também extremamente perigoso, imprevisível, capaz de acarretar danos sérios. Conseqüentemente, quem se propõe a amar, deve saber que está expondo seu corpo e sua alma a vários tipos de ferimentos, e não poderá culpar seu parceiro em nenhum momento, já que o risco é o mesmo para ambos.
Art. 2 – Uma vez sendo atingido por uma flecha perdida do arco de Cupido, deve em seguida solicitar ao arqueiro que atire a mesma flecha na direção contrária, de modo a não se submeter ao ferimento conhecido como “amor não correspondido”. Caso Cupido recuse tal gesto, a Convenção ora sendo promulgada exige do ferido que imediatamente retire a flecha do seu coração e a jogue no lixo. Para conseguir tal feito, deve evitar telefonemas, mensagens por internet, remessa de flores que terminam sendo devolvidas, ou todo ou qualquer meio de sedução, já que os mesmos podem dar resultados a curto prazo, mas sempre terminam dando errado com o passar do tempo. A Convenção decreta que o ferido deve imediatamente procurar a companhia de outras pessoas, tentando controlar o pensamento obsessivo “vale a pena lutar por esta pessoa”.
Art. 3 – Caso o ferimento venha de terceiros, ou seja, o ser amado interessou-se por alguém que não estava no roteiro previamente estabelecido, fica expressamente proibida a vingança. Neste caso, é permitido o uso de lágrimas até que os olhos sequem, alguns socos na parede ou no travesseiro, conversas com amigos onde pode-se insultar o antigo(a) companheiro(a), alegar sua completa falta de gosto, mas sem difamar sua honra. A Convenção determina que seja também aplicada a regra do Art. 2: procurar a companhia de outras pessoas, preferivelmente em lugares diferentes dos freqüentados pela outra parte.
Art. 4 – Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão. Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.
Art. 5 – Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo. Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero. Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos. Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.
Determinação final: os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes. Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.
E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”. Porque não viveram.
Escrito por jobofevi às 20h45
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a SOLIDÃO DO ESPANTALHO
A solidão do espantalho
Certa vez, passeando por um campo, um homem viu um espantalho, e comentou: "deves estar cansado de permanecer aí, neste campo solitário, sem nada para fazer".
O espantalho respondeu: "O prazer de afastar o perigo é muito grande, e eu jamais me canso de fazer isto".
O homem concordou: "Sim, eu ajo desta maneira, com bons resultados".
"Mas só vive espantando coisas, aqueles que estão cheios de palha por dentro", disse o espantalho.
O homem demorou anos para entender a resposta: quem tem carne e sangue em seu corpo, precisa aceitar algumas coisas que não está esperando. Mas quem não tem nada dentro, vive afastando tudo que se aproxima - e nem mesmo as bênçãos de Deus conseguem chegar perto. Fonte: Paulo Coêlho, Escritor, jornalista, compositor, parceiro de Raul Seixas.
Escrito por jobofevi às 20h14
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PARA REFLETIR
Porque brasileiros, argentinos e mexicanos que abandonam seus países e migram irregularmente para os Estados Unidos e Europa não são levados tão a sério pela imprensa mundial quanto os cubanos?
Escrito por jobofevi às 08h37
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A revelação Talita Du Monte, contracena com Eduardo Ciro e João Bosco Ferreira, ambos da Épica Companhia de Criação na peça a incrivel pedra fina de Aci Campelo dirigida por Francisco Lindolfo. O elenco conta com Wilson costa e Sandra Farias. Em cartaz no mes de agosto no teatro 4 de setembro e Ciarte matadouro.
Escrito por jobofevi às 12h28
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fazendomedia a media que a midia faz
http://www.fazendomedia.com/diaadia/protoblog.htm
Classificação: HOMER ENCONTRA BONNER EM PARIS assista no fazendomédia,
Sabe onde existe um grande lobby no Brasil? Na imprensa. Muitos jornalistas agem, na verdade, como lobistas. Você tem meia dúzia de grandes jornalistas que mais parecem lobistas, conscientes ou não. Há certos comentários econômicos que a gente ouve e percebe que, por trás, há um interesse envolvido. Em nome de quem estão fazendo esses comentários? Se houvesse, hoje, uma grande operação Mãos Limpas teria que quebrar, também, o sigilo bancário e fiscal de uns 10 ou 20 jornalistas".
Categoria: Link
Escrito por jobofevi às 12h12
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Praga, 1981
Certa vez, no inverno de 1981, eu caminhava com minha mulher pelas ruas de Praga, quando vimos um rapaz desenhando os prédios a sua a volta.
Embora eu tenha verdadeiro horror de carregar coisas enquanto viajo (e havia ainda muita viagem pela frente), gostei de um dos desenhos e resolvi comprá-lo.
Quando estendi o dinheiro, reparei que o rapaz estava sem luvas - apesar do frio de 5 graus negativos.
"Por que você não usa luvas?" perguntei.
"Para poder segurar o lápis". E começou a me contar que adorava Praga no inverno, era a melhor estação para desenhar a cidade. Ficou tão contente com a compra, que resolveu fazer um retrato de minha mulher, sem cobrar nada.
Enquanto eu esperava o desenho ficar pronto, me dei conta que algo muito estranho acontecera: havíamos conversado quase cinco minutos, sem que um soubesse falar a língua do outro. Nos entendemos apenas com gestos, risos, expressões faciais, e vontade de compartilhar alguma coisa.
A simples vontade de dividir algo fez com que conseguíssemos entrar no mundo da linguagem sem palavras, onde tudo é sempre claro, e não existe o menor risco de ser mal interpretado.
Fonte: Paulo Coêlho, jornalista, blogueiro, escritor.
Escrito por jobofevi às 10h03
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A GLOBO FAZ VOCÊ DE BÔBO
Enviado em 23/7/2007 às 5:26:44 PM Obrigado Rede Globo por tudo o que você nos deu e pelo que tirou. Nos deu os faustões, os BBB, os sertanojos, as porcarias violentas das segundas à noite, os sítios do pica pau amarelo (Monteiro Lobato deve estar se revirando do Túmulo). Nos deu uma visão nova da realidade, mesmo quando pau comia na década de 70 você nos fez acreditar que tudo estava bem. Assim também foi com o Collor que você colocou por lá, e pelos que ainda sustenta. Obrigado por ter nos tirado as noções de ética, a maioria das palavras inteligentes de nosso vocabulário e ter inventado outra (tais como: caraca, ninguém merece, orra meu), obrigado por não mostrar a música clássica, a verdadeira música popular brasileira, a noção de poder do povo, destruir o hábito da leitura entre os mais jovens, a verdadeira face das notícias. Obrigado também pela porcaria das programações dos domingos, quando o trabalhador só pode ficar em casa assistindo TV por não ter dinheiro para o sorvete no parque. Obrigado, Obrigado pelos seus telejornais serem direcionados, em horários diferentes para pessoas diferentes. Obrigado por defenderem os juros astronômicos cobrados por aqui; obrigado por não dizerem realmente o que acontece nos bastidores da política; obrigado por nossos filhos estarem chamando suas namoradas de cachorras e batendo em domésticas e prostitutas, enfim, obrigado por tudo. Vocês merecem!
Fonte:
www.observatoriodaimprensa.com.br
Escrito por jobofevi às 09h54
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UM CARA DESSES
"Um cara desses"
Este é o título da coluna da jornalista Eliane Cantanhêde, também na Folha de hoje. Encabeça o mais afiado comentário que me lembro de ter visto na mídia sobre a selvageria de que foi vítima a doméstica Sirlei Dias de Carvalho. Leiam e me digam se estou errado.
"Quando os filhos são pequenos, chutam a canela da empregada, e os pais acham "natural", fingem que não vêem. Já maiores um pouco, comem o que querem, na hora em que querem, não falam nem bom-dia para o porteiro e desrespeitam a professora. Na adolescência, vão para o colégio mais caro, para o judô, para a natação, para o inglês e gastam o resto do tempo na praia e na internet. Resolvido.
Dos pais, ouvem sempre a mesma ladainha: o governo não presta, os políticos são todos ladrões, o mundo está cheio de vagabundos e vagabundas. "E quero os meus direitos!" Recolher o INSS da empregada, que é bom, não precisa. É assim que os filhos, já adultos, saudáveis, em universidades, são capazes de jogar álcool e fósforo aceso num índio, pensando que era "só um mendigo", ou de espancar cruel e covardemente uma moça num ponto de ônibus, achando que era "só uma prostituta".
A perplexidade dos pais não é com a monstruosidade, mas com o fato de que seu anjinho está sujeito -em tese- às leis e às prisões como qualquer pessoa: "Prender, botar preso junto com outros bandidos? Essas pessoas que têm estudo, que têm caráter, junto com uns caras desses?", indignou-se Ludovico Ramalho Bruno, pai de Rubens, 19.
Dá para apostar que ele votou contra o desarmamento, quer (no mínimo) "descer o pau em tudo quanto é bandido" e defende a redução da maioridade penal. Cadeia não é para o filho, que tem estudo e dinheiro, um futuro pela frente. É para o garoto do morro, pobre e magricela, que conseguir escapar dos tiroteios e roubar o tênis do filho.
Isso se resolve com o Estado sendo Estado, com justiça, humanidade e educação -não só com ensino para todos e professores mais bem treinados e mais bem pagos, mas também com a elementar compreensão de que "o problema", e os réus, não são os pobres. Ao contrário, eles são as grandes vítimas."***
Fonte:
www.observatoriodaimprensa.com.br
Escrito por jobofevi às 09h38
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A PEDRA DO REINO
A PEDRA DO REINO
Luiz Fernando Carvalho, diretor da microsérie "A Pedra do Reino", declarou que esse seu trabalho não era TV e não era cinema. Definiu-o como um "organismo audiovisual". Não sei o que é isso. Assisti a três capítulos da série para tentar entender. Entendi que se trata de uma nova maneira de se contar histórias. Um jeito especial que provoca no telespectador um fascínio pelas imagens de rara beleza. Um estranhamento absoluto a cada enquadramento, a cada corte. E o mais novo, a enorme surpresa desse tal "organismo audio-visual": pouco se entende da história. O excesso vindo de todos os lados, o delírio imagético constante, sem trégua, exaure e, minha opinião, transforma o texto em coadjuvante. E também o texto, por certo muito adequado a um organismo audiovisual, não encontra seguidores no vulgar mundo da TV ou cinema. Seguidores no sentido de adeptos e seguidores no sentido de ter capacidade e vontade de seguir acompanhando a história que, repito, não se entende. A audiência, consta, foi muito ruim. Deixando claro: o trabalho é lindo, primoroso, mas precisa encontrar sua mídia. Para a TV não serve. Para a TV, sendo curto e grosso, é ruim, é equivocado. Difícil dizer isso de um "gênio". Dizer isso do, como disse um crítico, "maior e melhor diretor da Globo". Lembro que fiquei, eu e toda uma tribo, repetindo durante décadas, que achávamos espetacular, genial, tudo, absolutamente tudo que Bergman, Resnais, Pasolini, Glauber, Buñuel, para citar alguns, faziam. Mais maduros, sem a necessidade de encantar uma incauta gata com nossa cultura e gostos extravagantes sempre contrários ao andar da carruagem da mediocridade, conseguimos a coragem para desabafar e dizer sobre vários de nossos intocáveis e referenciais filmes: "Cara! Que droga, que enganação, que chatice sem fim". Logo, não tenho mais paciência para idolatrar o que não gosto e não entendo. Não tenho mais receio de ser incluído na massa ignorante que não soube captar a profundidade e a novidade da obra. Como eles, desisti. Não consegui passar do terceiro capítulo. Perdi a esperança de ver surgir o momento no qual a história me encantaria e me prenderia. Comento com um amigo sobre a série e ele declara: "Espetacular. Sensacional. Tremenda direção de arte. Edição maravilhosa". Fico intrigado e pergunto: "e a história?" "O primeiro capítulo eu não entendi absolutamente nada. Nos outros dias assisti sem o som." Fonte: Márcio Alemão é publicitário, roteirista, colunista de gastronomia da revista Carta Capital, síndico de seu prédio, pai, filho e esposo exemplar
Escrito por jobofevi às 09h07
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